O debate sobre a integração europeia inicia 2026 sob novas perspectivas. Pesquisas recentes indicam que mais de metade dos britânicos apoiaria agora um eventual regresso à União Europeia (UE), enquanto o entusiasmo em manter-se no bloco diminui em alguns países fundadores, como França e Itália.
De acordo com o Brexit Tracker do YouGov, cerca de 50% dos britânicos votariam pelo retorno à UE, enquanto apenas 31% defendem permanecer fora. O resultado revela uma mudança significativa no sentimento popular desde 2024, refletindo um crescimento do chamado “Bregret” — o arrependimento pela saída do bloco.
Especialistas destacam que esta transformação não é apenas numérica. O sentimento de arrependimento reflete questões económicas, como perda de competitividade, e sociais, incluindo o impacto sobre a mobilidade e o comércio internacional. Em paralelo, o governo de Keir Starmer enfrenta pressão política crescente, com índices de popularidade historicamente baixos que tornam a discussão sobre o reingresso ao bloco uma questão central para os próximos anos.
Enquanto isso, em França e Itália, o apoio à permanência na UE permanece menos robusto. Pesquisas recentes indicam que 52% dos franceses e 50% dos italianos apoiam continuar no bloco, mostrando uma sociedade dividida, especialmente em temas relacionados à economia, imigração e papel da UE nas decisões nacionais.
Por outro lado, Portugal surge como um exemplo de estabilidade europeia. Dados do Eurobarómetro de setembro de 2025 revelam que 73% dos portugueses reconhecem benefícios diretos da adesão à UE, enquanto 68% apoiam firmemente a permanência. Analistas destacam que, para Portugal, a integração no bloco continua a ser vista como garantia de estabilidade política e influência internacional, contrastando com o clima de incerteza que domina o debate em outras nações europeias.
O cenário atual evidencia um reordenamento das percepções europeias, onde países tradicionalmente críticos ou céticos em relação à UE enfrentam mudanças internas significativas, enquanto membros de médio porte, como Portugal, mantêm confiança e apoio sólido ao projeto europeu.
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