
O director Nacional do Turismo, Claire Zimba, revelou que Moçambique vai receber 318 mil turistas internacionais durante as festividades do Natal e fim de ano, acrescentando a disponibilidade de 72 531 camas e 49 842 quartos, com uma taxa de ocupação de 79% até 04 de Dezembro, que foi o dia do lançamento oficial da época alta do turismo no País.
“Uma mensagem particular que também trazemos por ocasião desta quadra festiva é o facto de privilegiarmos a promoção do turismo doméstico, porque entendemos que os cidadãos nacionais podem desfrutar dos recursos e das potencialidades que o País oferece”, avançou Claire Zimba.
De acordo com Claire Zimba, 2026 será um ano crítico pela implementação de medidas estruturantes que vão ter impacto de forma transformacional no turismo e em todo o ecossistema que envolve a iniciativa privada.
Falando esta segunda-feira, em Maputo, durante uma conferência de imprensa sobre a Quadra Festiva, Zimba referiu, igualmente, o Governo estar preparado para garantir uma quadra festiva segura, sustentável e com adequada oferta de bens e serviços em todo o país, resultado de uma coordenação interinstitucional reforçada entre o sector público e privado, com destaque para a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).
A fonte sublinhou que o período coincide com a época alta do turismo e constitui uma oportunidade estratégica para consolidar a imagem de Moçambique como um destino seguro, competitivo e acolhedor.
“Elegemos como lema uma quadra festiva segura, de bem servir, participativa e sustentável. Este exercício parte da sensibilização dos operadores económicos para a excelência no atendimento, ética comercial e especulação zero”, afirmou Zimba.
Por sua vez, Taquidir Jagá, coordenador do Comando Conjunto da Operação Fim de Ano 2025-26, destacou que entre os dias 12 e 21 de Dezembro, o País registou a entrada de 51 462 viajantes e a saída de outros 40 225, revelando que foram incrementados níveis de monitorização com uma equipa de supervisão, para o controlo do movimento migratório, aduaneiro, policial e rodoviário.
O maior fluxo turístico deverá concentrar-se no corredor sul, nomeadamente nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, com níveis de ocupação próximos dos 100%. Seguem-se as províncias de Cabo Delgado, Niassa, Manica, Tete e Nampula, com taxas que variam entre 89 e 90%.
“Estamos a reduzir o tempo de atendimento nas fronteiras, a minimizar as paragens contínuas de fiscalização e a garantir uma recepção calorosa e segura aos viajantes nacionais e estrangeiros. O nosso foco é assegurar que a quadra festiva decorra com tranquilidade, disciplina e respeito pela lei”, acrescentou Jagá.




